A ruptura de um aneurisma cerebral causa a hemorragia subaracnóidea, uma forma grave de AVC hemorrágico. Mesmo depois do tratamento do aneurisma, o paciente segue internado, geralmente em UTI, porque uma das complicações mais temidas pode surgir nos dias seguintes: o vasoespasmo.
O sangue em contato com as artérias do cérebro pode provocar uma contração prolongada dessas artérias. Esse estreitamento costuma aparecer entre o terceiro e o décimo quarto dia após o sangramento e pode reduzir o fluxo de sangue para o cérebro, causando a chamada isquemia cerebral tardia, com piora neurológica e risco de sequelas.
A monitorização é feita conforme a indicação clínica, o protocolo e a viabilidade técnica, em acordo com a equipe assistente e com as regras da instituição. Por envolver deslocamento e acompanhamento seriado, tem condições próprias, diferentes do exame ambulatorial.
Em parte dos pacientes, o osso do crânio dificulta a passagem do ultrassom (janela acústica inadequada). O exame também depende de experiência do examinador e é sempre interpretado no contexto clínico.
Conteúdo informativo. Não substitui a avaliação médica individual.
O Doppler transcraniano hospitalar faz parte do atendimento neurológico hospitalar, com fluxo e condições próprios. Veja como funciona a solicitação.
Conhecer o atendimento hospitalar →Neurologista · CRM-GO 25701 · RQE 17018 (Neurologia)
Fellowship em Neurologia Vascular — HUGO
Membro da AAN e da Sociedade Brasileira de AVC (SBAVC)
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